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Implantodontia

É a especialidade que tem como objetivo a implantação na mandíbula e na maxila, de materiais aloplásticos destinados a suportar próteses unitárias, parciais ou removíveis e próteses totais.

As áreas de competência para atuação do especialista em Implantodontia incluem:

  • diagnóstico das condições das estruturas ósseas dos maxilares
  • diagnóstico das alterações das mucosas bucais, e das estruturas de suporte dos elementos dentários;
  • técnicas e procedimentos de laboratório relativos aos diferentes tipos de prótese a serem executadas sobre os implantes;
  • técnicas cirúrgicas especificas ou afins nas colocações de implantes;
  • manutenção e controle dos implantes; e,
  • realização de enxertos ósseos e gengivais e de implantes dentários no complexo maxilo-facial.

No Brasil, são instalados quase 1 milhão de implantes por ano. Com 21 empresas nacionais, o país ocupa o quarto lugar nesse mercado – atrás dos Estados Unidos (38), Alemanha(30) e Itália (28).

Neste cenário, a Implantodontia é uma especialidade crescente: dos 250 mil cirurgiões-dentistas inscritos no CFO (Conselho Federal de Odontologia), temos 9.151 especialistas em Implantodontia e uma estimativa de formação de mais 2.000 especialistas por ano.

 Em 2015 ela será reconhecida como especialidade pela União Europeia.

 A instalação de implante passa por: primeira consulta para estabelecer um plano de tratamento; retorno com exames complementares; moldagens para confecção de guias; instalação do implante e retorno do pós-operatório.

 Como sabemos, esta terceira dentição precisa dos mesmos cuidados que a original. E pode ser perdida se o paciente for negligente com sua saúde bucal e não observar as indicações do profissional para manutenção do tratamento odontológico e prevenção de riscos e eventuais danos.

Prevenção é fundamental para manter o implante, que pode fraturar por causa de alimentação imprópria, adquirir doença gengival e peri implantar tal qual o dente original perdido por gengivite ou periodontite.

 Se levarmos em consideração que a estimativa da OMS (Organização Mundial de Saúde) tem como expectativa de vida 76 anos a idade média da população brasileira, os cuidados com os implantes instalados devem ser ponto de atenção para obtermos longevidade nos tratamentos.

REABILITAÇÃO REPRESENTA 50% DOS ATENDIMENTOS

As reabilitações com implante representam quase 50% dos procedimentos realizados no Brasil. Se há cerca de 250 mil dentistas no país e supondo que 80% estejam em atividade, são 200 mil cirurgiões-dentistas produzindo, em procedimentos.

 Essa demanda tem expectativa de crescimento anual de 10% na próxima década, levando o Brasil ao topo da lista de implantes instalados. Tal prosperidade deve vir acompanhada de conhecimento.

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